Sobre a Auto-pilot

Construímos o sistema que queríamos ter quando o trabalho era nosso.

A Auto-pilot é um sistema que planeia, lança e otimiza campanhas de publicidade na Meta sem gestão humana diária. Foi construído dentro de uma agência que gere publicidade desde 2022, a partir do trabalho que essa agência fazia à mão.

Operado em Portugal  ·  Agência desde 2022  ·  Sistema próprio

O que o Auto-pilot é

A Auto-pilot é software. Não é uma agência com outro nome, não é um gestor de tráfego ao mês, e não é um painel que mostra os números de outra ferramenta.

O sistema estrutura a campanha, gera os criativos, publica no Facebook e no Instagram e reavalia o orçamento todos os dias com base no que está a trazer resultado. O dono do negócio aprova o que vai para o ar e acompanha os números quando quiser. Não há nada para configurar e não há nada para aprender.

A decisão que define o produto é esta: tudo o que é execução repetida foi automatizado; tudo o que exige julgamento sobre o negócio continua a ser humano, e é pedido ao cliente uma vez, no início.

De onde vem

A Auto-pilot não começou como uma ideia de software. Começou como um problema de capacidade.

Desde 2022, a MA Media gere campanhas de publicidade digital para mais de cem empresas, em mais de trinta e cinco ramos de atividade — com maior profundidade no imobiliário, onde o ciclo de decisão é longo e cada contacto perdido custa muito.

Foi aí que apareceu o primeiro problema que valeu a pena automatizar, e não foi nos anúncios. Era a velocidade de resposta. Uma lead que recebe uma chamada em minutos converte-se muito acima de uma lead contactada no dia seguinte, e a diferença entre as duas não estava na campanha: estava em quanto tempo a equipa comercial do cliente demorava a saber que a lead existia. A primeira coisa que a agência automatizou foi o alerta de nova lead, para que o comercial pudesse ligar de imediato.

Resolvido isso, tornou-se evidente o resto. O trabalho que fazia diferença nos resultados era sempre o mesmo e repetia-se em todas as contas: montar a estrutura certa, produzir criativos novos antes de os antigos se desgastarem, e revisitar o orçamento com frequência suficiente para que o desperdício não se acumulasse. Era trabalho que não escalava — uma pessoa competente mantém um número limitado de contas a esse nível de atenção, e a partir daí ou se contrata, ou a qualidade cai.

O sistema que hoje é vendido como Auto-pilot é esse. Correu durante cerca de seis meses em contas de clientes reais, com dinheiro real, vigiado em permanência pela equipa humana, antes de ter sido oferecido a alguém de fora.

Isto importa por uma razão prática: nenhuma das decisões que o sistema toma foi desenhada em abstrato. Todas vieram de uma conta onde estar errado custava dinheiro a um cliente.

Como o sistema decide

Quatro coisas estão automatizadas. São estas, e é assim que acontecem.

Estrutura da campanha

O sistema monta objetivo, públicos e locais de entrega a partir do setor, da área geográfica e do tipo de resultado que o negócio precisa. Não aplica um modelo genérico: as regras são diferentes para um negócio local com raio apertado e para um produto vendido a todo o país.

Criativos

Cada campanha entra no ar com vários anúncios diferentes em vez de um só, porque o sistema de leilão da Meta precisa de alternativas para escolher. Quando o desempenho de um criativo cai, é substituído — sem esperar que alguém dê por isso. O sistema produz mais de mil criativos por mês.

Orçamento

Reavaliado todos os dias. O critério é o custo por resultado de negócio, não cliques nem interações. A verba desloca-se do que está mais caro para o que está mais barato, dentro dos limites definidos pelo cliente.

Acesso aos dados

Não há relatório mensal a chegar por email, porque não é preciso: o cliente vê os números das suas campanhas no painel, em tempo real, no intervalo de datas que escolher. A mesma informação que existe dentro do gestor de anúncios da Meta, apresentada de forma legível.

O que não está automatizado: o que o negócio oferece, a quem, e por quanto. Isso é perguntado uma vez e nunca é adivinhado. Como funciona, em detalhe.

Em números

2022
ano em que a agência onde o sistema nasceu começou a operar
+100
empresas com campanhas geridas desde então
+35
ramos de atividade
+300 000 €
investimento publicitário gerido através do sistema
+1 000
criativos produzidos por mês
24 h
intervalo máximo entre reavaliações de orçamento

Princípios operacionais

Seis regras pelas quais o sistema e a equipa se regem. São públicas porque são verificáveis.

A conta de anúncios é do cliente.

A conta e os dados de medição ficam em nome do negócio do cliente, com a Auto-pilot a ter acesso. Nunca o contrário. Quem sai leva o histórico consigo.

Nada vai para o ar sem aprovação.

Nenhum anúncio é publicado antes de o cliente o ver. O sistema propõe; a decisão de publicar é humana.

Dizemos quando não faz sentido.

Há negócios para os quais a resposta certa é não anunciar ainda — orçamento que não chega para a campanha aprender, ausência de forma de medir resultados, ou procura inexistente. Nesses casos dizemo-lo na primeira conversa.

Os dados de um cliente ficam no cliente.

Os resultados, públicos e criativos de uma conta não são usados para alimentar as decisões de outra. O que viaja entre contas é apenas o que serve para corrigir o próprio sistema: erros detetados e pedidos de melhoria.

Sem contratos de fidelização.

Não há período mínimo. Quem quiser sair, sai, e leva a conta de anúncios e o histórico.

Um preço, conhecido antes de começar.

O valor não varia com as horas que alguém gastou na conta.

O que o Auto-pilot não faz

Esta secção existe porque a alternativa é o cliente descobrir depois.

O Auto-pilot não faz estratégia de negócio, não produz vídeo, não gere a marca, não trata de redes sociais orgânicas, não faz SEO e não fala com os clientes do cliente. Não substitui um diretor de marketing e não opera noutras plataformas de publicidade além da Meta.

Para quem precisa de um parceiro de marketing completo, o Auto-pilot é a peça errada — e é mais barato para as duas partes saber isso antes. Perguntas frequentes.

Quem constrói

A Auto-pilot é desenvolvida e operada em Portugal.

O sistema é software próprio: as decisões sobre estrutura, criativos e orçamento são tomadas por código nosso, não por uma ferramenta de terceiros revendida com outro nome. Está construído diretamente sobre a infraestrutura de publicidade da Meta e sobre modelos de inteligência artificial de referência internacional.

Nasceu dentro da MA Media, agência de publicidade digital em atividade desde 2022, que continua a operar e foi onde o sistema correu primeiro.